A Troca, o filme de Clint Eastwood que este ano lhe vale a nomeação para o Óscar de Melhor Actriz, talvez seja o terceiro grande papel da sua carreira e, sem dúvida, o mais consistente.

Jolie interpreta aqui uma mãe em busca do seu filho desaparecido, dando à personagem um misto de entrega e contenção que talvez possam valer-lhe a estatueta dourada.

É a sua primeira colaboração com Eastwood e, por vontade da actriz, não será a última. Jolie já afirmou que agora o difícil será convencê-la a trabalhar com outro realizador.

Claro que, de parte, não podemos deixar as suas duas grandes interpretações em
Vida Interrompida, pela qual venceu o Óscar de Melhor Actriz Secundária ou, mais recentemente, em
Um Coração Poderoso, como a jornalista cujo marido foi assassinado por terroristas, Mariane Pearl.

Mas
Angelina Jolie tem um dom essencial para se vingar em Hollywood.

É astuta na gestão do equilíbrio entre papéis que lhe dêem prestígio junto da crítica (como os anteriormente mencionados) e trabalhos bem sucedidos junto do público (aqui incluem-se, por exemplo, os papéis na série
Lara Croft ou na recente adaptação da BD,
Procurado.

Para além do cinema, a senhora Pitt têm também uma dedicada intervenção em projectos de solidariedade e vai sendo, de forma recorrente, indicada como uma das mulheres mais bonitas do mundo.

O seu marido é
Brad Pitt, este ano nomeado ao Óscar de Melhor Actor por
O Estranho Caso de Benjamin Button.

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