Obter um papel no Universo Cinematográfico Marvel tornou-se praticamente um "seguro de carreira" em Hollywood: cada filme chega a todos os cantos do mundo e arrasta multidões aos cinemas, proporcionando aos atores a visibilidade para conseguir outras oportunidades.

O próprio presidente da Marvel, Kevin Feige, confirmou que não faltam interessados, mas também já ouviu algumas rejeições.

Uma delas parece ter sido a de Jessica Chastain, nomeada para os Óscares por "As Serviçais" e "00:30 A Hora Negra", e que tem ainda no currículo filmes como "A Árvore da Vida", "Mamã", "Interstellar", "Um Ano Muito Violento", "Perdido em Marte", "O Caçador e a Rainha do Gelo", "Jogo da Alta-Roda" e "It: Capítulo 2".

O filme era "Doutor Estranho" (2016) e era o papel que acabaria por ir para Rachel McAdams: a doutora Christine Palmer, colega e eventual interesse romântico do super-herói interpretado por Benedict Cumberbatch.

A resposta foi "a melhor rejeição de sempre", na opinião do argumentista do filme: "ela queria entrar num filme da Marvel, mas queria ser o super-herói".

"Ela respondeu, 'Oiçam, este projeto parece espantoso e adoraria fazer. Mas só vou ter uma oportunidade para estar num filme da Marvel e tornar-me uma personagem Marvel; e tive formação de ballet e quero realmente usar uma capa", revelou C. Robert Cargill ao podcast Stitcher's Junkfood Cinema..

Jessica Chastain acabou por entrar num outro filme de super-heróis, mas num filme que foi um dos grandes "flops" comerciais e artísticos de 2019: foi a vilã Vuk, ainda sem capa mas com um casaco comprido com muito estilo, em "X-Men: Fénix Negra", a saga de mutantes da Marvel que existia fora do Universo Cinematográfico antes da Disney comprar o estúdio 20th Century Fox.

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