Este ano arrancou aplausos pela sua participação em dois filmes:
O Leitor e
Revolutionary Road.

Se nos Globos de Ouro ganhou o prémio de Melhor Actriz Principal pelo segundo, a Academia de Hollywood decidiu ignorar esse facto e nomear o trabalho no primeiro, onde interpreta uma mulher pertencente às SS, a organização nazi de má fama.

Foi a actriz mais nova a ser nomeada duas vezes ao Óscar, recorde que repetiu à terceira, quarta, quinta e agora à sexta nomeação.

Com 19 anos deu nas vistas.

O filme era
Amizade sem Limites, de Peter Jackson, e nele Winslet interpretava um dos pólos de uma amizade tortuosa que tornava duas raparigas neozelandesas capazes do pior para impedir a sua separação.

A partir daí passou por
Sensibilidade e Bom Senso , que lhe garantiu a primeira nomeação para um Óscar, e uma versão cinematográfica de «Hamlet», até chegar aquele que é, ainda hoje, o seu filme de maior sucesso:
Titanic.

O opulento, eufemisticamente falando, filme de James Cameron levou tudo à frente ao som de Celine Dion, mas Kate Winslet não foi de meias medidas e evitou afundar-se com o peso desta mega-produção.

Tanto que um dos seus projectos seguintes foi
Fumo Sagrado, um filme de risco, que comprovou mais uma vez a sua versatilidade.

Uma característica fundamental, afinal de contas: a sua capacidade de navegar entre o previsível e o imprevisível, quase sempre com resultados de deixar qualquer queixo caído.

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