Numa entrevista à Rolling Stone, Adam Driver deixa uma série de mensagens crípticas sobre a natureza do vilão Kylo Ren que podem merecer nova leitura após a estreia do derradeiro título da terceira trilogia "Star Wars", que termina a história da família Skywalker.

O ator dá a entender que Kylo Ren vai "evoluir para alguma coisa" em "Star Wars: Episódio IX - A Ascensão de Skywalker" e que a redenção não será fácil, apesar das suas vulnerabilidades, que defende que o tornam mais interessante para os espectadores.

E para todos os fãs que ainda esperam por uma evolução romântica com a heroína Rey (Daisy Ridley), avisa que não pensa, a avaliar pelos seus comportamentos, que seria um bom namorado.

"Há algo [interessante] em ter um antagonista um pouco mais vulnerável. Isso parece ser mais compreensível e humano do que apenas alguém que é um psicopata. Claro que sou solidário e percebo. Mas posso ver do lado de fora, se analisasse, o que não faço, que alguém que matou os seus colegas não parece realmente ser material de bom namorado", explicou.

Adam Driver acredita que a sua personagem está a tentar descobrir ao longo dos filmes a sua verdadeira identidade.

"Ele é quase um miúdo rido mimada que tem de evoluir para alguma coisa. Está a seguir o seu caminho de descobrir quem é. Metaforicamente, ou neste caso literalmente, podemos ter de  matar o pai para descobrir quem somos. Para sermos nós mesmos, a certa altura temos de o reivindicar. Mas por outro lado, realmente nunca descobrimos verdadeiramente quem somos", defende.

Com estreia nos cinemas portugueses confirmada para 19 de dezembro, "A Ascensão de Skywalker" junta ainda Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Domnhall Gleeson, Kelly Marie Tran e Mark Hamill, bem como Billy Dee Williams como Lando Calrissian e a falecida Carrie Fisher como General Leia, com imagens não utilizadas de "O Despertar da Força", além de Keri Russell, Richard E. Grant e Dominic Monaghan,

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