O músico norte-americano Kanye West anunciou no passado sábado, Dia da Independência dos Estados Unidos, a sua candidatura à Casa Branca, depois de ter apoiado anteriormente o atual Presidente e candidato à reeleição, Donald Trump.

Segundo a imprensa, o músico a sua corrida à Casa Branca poderá ser quase impossível. A revista NME lembra que o rapper já falhou vários prazos, não podendo ir a voto em seis estados norte-americanos, incluíndo Nova Iorque.

De acordo com a publicação, o rapper ainda pode entregar a sua candidatura em estados como Carolina do Sul, Flórida, Missouri, Colorado e Michigan, onde os prazos terminam em julho. O músico poderá ainda entrar na corrida se os eleitores escreverem à mão o seu nome nos boletins de voto, embora a legalidade mude de estado para estado.

Não é a primeira vez que West, um afro-americano de 43 anos e de acordo com a revista Forbes a estrela mais bem paga em 2020, especula sobre uma possível incursão na política.

Além disso, o dia escolhido não é acidental, uma vez que o 4 de julho é o feriado político mais importante nos Estados Unidos, que celebra a Declaração de Independência do país.

Até ao momento, a equipa do músico e produtor não deu mais detalhes.

Nos últimos anos, West tem sido um forte defensor da política e da figura de Trump, a quem ele visitou em 2018 durante uma reunião na Casa Branca para discutir a violência e o sistema prisional nos Estados Unidos.

Vestindo um boné vermelho com o slogan "Tornar a América Grande Outra Vez", o famoso rapper chamou o Presidente de herói e agradeceu por o fazer sentir "como o Super-Homem".

Mais tarde, em 2019, reiterou o objetivo de se candidatar à presidência durante entrevistas promocionais para o seu álbum religioso "Jesus é rei", embora tenha situado a candidatura em 2024.

A reação mais notória ao anúncio de West foi a do empresário norte-americano Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX: "Tens todo o meu apoio", respondeu no Twitter.

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