"A ideia é promover a dança contemporânea, mudando certos paradigmas", nomeadamente quanto aos locais dos espectáculos, disse à Lusa, Quito Tembe, diretor-geral do festival.

O cartaz conta com 50 coreógrafos internacionais, entre os quais a portuguesa Vera Mantero.

"Será uma junção de profissionais que vem de todo lado e que, a partir da arte, encontram elementos em comum", explicou Quito Tembe.

No total haverá 25 espectáculos num período de uma semana e que vão ser apresentados nos principais centros culturais de Maputo, entre os quais o Museu da Pesca e o Centro Cultural Franco-Moçambicano.

Haverá ainda uma apresentação num prédio abandonado no centro da capital moçambicana.

"A nossa intenção é também levar a dança contemporânea a ligares pouco convencionais, mostrando às pessoas que a arte é possível em qualquer lugar", concluiu Quito Tembe.

Este ano, o festival vai ainda dar prioridade à mistura de elementos das artes tradicionais moçambicanas na dança contemporânea.