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Matola recebeu calor, vibração e muito talento ao ritmo da voz de Lira e do afrojazz. Lira, cantora sul-africana e a mais nova revelação da música internacional, passou por Moçambique e deixou ficar o seu trabalho.

Tinha tudo para o show não render, chuva, fila na portagem e congestionamento daí derivado. Mesmo assim o público aderiu ao espetáculo e mais uma vez os moçambicanos provaram paciência, depois de esperar cerca de duas horas e meia para o inicio do concerto.

Muzila abriu a noite com timidez. À medida que o público se foi soltando, entrou Noémia, que interpretou Zaida Chongo, animando o público.

Depois foi a vez de Yolanda e a banda Kakana que num ritmo tradicional brindaram o público com canções já conhecidas e admiradas por todos.

Mingas foi quem levantou o público. O tradicional repertório do albúm "Vuka Africa" foi cantado e dançado por todos, provando que nenhuma música é velha.

Na sala improvisada do jardim dos Poetas, estavam pessoas de idades e lugares diferentes. Foi gente de toda a parte, Angola, Cabo-verde, África do Sul, Swazilândia, incluindo alguns europeus e brasileiros, com um único propósito, ouvir boa música.

E foi isso que Lira e a sua banda proporcionaram ao público, dando continuidade as anteriores actuações dos moçambicanos.

Voz ímpar, uma presença em palco incrível e muito gingado são algumas das características da actuação da Lira. A cantora optou por tocar músicas já conhecidas pelo público e apostou também na sensualidade e no seu bom humor para retribuir a boa animação e "feeling" do público.

"I have never been in a place like this, Mozambique is a very hot and nice palce ...viva mozambique e viva verão amarelo" Conclui assim a cantora que emocionou-se e vibrou com o calor do público presente.

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