"Creio em Deus", disse Morgan Freeman nua conferência de imprensa de apresentação da terceira temporada da série "A História de Deus", para qual o ator percorreu mais de 120 mil quilómetros e visitou 30 cidades na tentativa de decifrar os mistérios da espiritualidade em todo o mundo.

Freeman disse à AFP que ao longo das viagens da produção entendeu que a religião, a crença num deus, serve de "cimento" social. "Em quase todas sociedades, independentemente da religião, a prioridade é manter as pessoas a funcionar como uma unidade".

A produção teve acesso a "deusas viventes" no Nepal, a suposta coroa de espinhos de Jesus na catedral de Notre Dame em Paris, a uma "médium" no Vietname e à basílica da Natividade em Belém.

A produção da terceira temporada foi adiada após as acusações de assédio sexual contra o ator, mas o canal decidiu manter o programa após uma investigação.

"Não", foi a resposta seca do ator de 81 anos após ser questionado sobre se as acusações afetaram a sua reputação e carreira.

A série entra em detalhe na análise da religião, dos rituais. "Uma das coisas que mais nos orgulham é que falamos à luz da bondade e bem-estar", disse Lori McCreary, produtora-executiva da série juntamente com James Younger e Freeman.

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